Ernesto, de fato escrever um livro é como dançar valsa. Aprendi essa lição de extrema importância com você, portanto é inevitável deixar de citá-lo aqui. Obrigada por todos os empurrões para que eu desse continuidade ao meu querido livro virtual. Você é uma pessoa com um peso incalculável na minha vida. Me mostrou lados substanciais de situações complexas que até então eu não havia enxergado e apesar de você ter perguntado se minha psicóloga era um esquimó ou uma geladeira por eu ser "fria" (nunca esquecerei, que fique claro), ainda tenho uma consideração enorme por você.